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Pilar transparece sensibilidade em ‘Confluir’, seu primeiro EP

Com emoção e profundidade musical e sentimental, aos 24 anos, Pilar dá um passo a frente em sua carreira com seu primeiro grande projeto. Seu trabalho de estreia, o EP ‘Confluir’ mistura gêneros musicais, línguas diferentes e letras bastante reflexivas. Neste papo, a artista conta como desenvolveu seu projeto em meio à pandemia. Confira:

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1. Como está sendo lançar um novo EP em meio à pandemia?

Em alguns aspectos favorável, uma vez que as pessoas estão mais presentes online, por causa da quarentena, então isso ajudou muito com engajamento, porém, o contato humano em shows e saraus não rolou ainda, tornando mais desafiador sentir a vibe do publico. E outros planos, como videoclipe tiverem que ser adiados. Mas faz parte, todo mundo teve que alterar os planos esse ano!

2. Como foi se apresentar em 2019 em eventos como Brazilian Day de Estocolmo e no Festival Mundo Psicodélico?

Foi demais! Confesso que o Brazilian Day foi até meio que um susto, o convite para participar do evento veio um mês antes dele acontecer, então tive que organizar tudo às pressas, mega adrenalina, mas foi incrível! Foi meu primeiro show internacional, e acabou sendo também um dos primeiros shows aonde apresentei as músicas do EP. O mundo psicodélico foi todo um universo à parte, estava com amigos dentro e fora do palco, o que trouxe  aconchego e carinho para a apresentação, o público brasileiro é completamente diferente.

3. Qual a mensagem você deseja passar para seus fãs neste tempo de pandemia?

Olha, o período que estamos passando é muito delicado, e a essa altura sinto que já vivenciamos várias fases diferentes. Mas uma coisa…eu sinto que de uma maneira ou outra, como espécie, estávamos vivendo no piloto automático, e ai repentinamente fomos forçados a frear. E eu vivo da premissa que tudo nessa vida vem pra nos ensinar, e nos ajudar a evoluir como pessoas, principalmente os maiores desafios. O que você assiste, o que lê, o que fala, o que escuta? Acho que como um todo, precisamos estar mais presentes, e conscientes do que estamos plantando, para colher lá na frente.

4. Como foi fazer realizar Favela City com a participação de Zeca Baleiro?

Foi uma experiência incrível, e uma enorme honra ter essa parceria com um artista que tanto admiro. O Magoo, meu produtor, é tecladista do Zeca há muitos anos, e acabamos nos conhecendo por meio dele. Quando surgiu essa possibilidade, senti me alcançando um marco na minha carreira, pois sempre admirei o Zeca, desde criança. Fiquei muito grata pelo reconhecimento e confiança.

5. Este EP é cheio de musicalidade. Como você conseguiu mesclar vários gêneros junto ao MPB? Foi um processo complicado?

Obrigada! Ahh, acho que foi algo que aconteceu muito organicamente. Na minha família sempre fomos muito ecléticos, então tive vários backgrounds musicais diferentes, e isso acabou refletindo muito nas minhas composições. E claro, teve também o toque mágico do Magoo, e dos meninos da banda, que conseguiram trazer uma unicidade pro disco todo.

6. Quais são suas inspirações musicais?

Vish, são tantas haha, mas vou listar algumas das mais antigas: Buena Vista Social Club, Tribalistas, Elis Regina, Ella Fitzgerald, o Zeca claro haha. E atuais são tantas…. mas ando escutando muito R&B ultimamente.

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