Crítica – Solteiramente | qual o problema da comédia sul-africana da Netflix?

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Nos últimos tempos, a Netflix não têm acertado em grande parte das produções do seu catálogo. Um grande exemplo é o insosso suspense ‘Encontro Fatal’. Semanas depois chega a bomba ‘Solteiramente’ (Seriously Single), produção sul-africana que mais parece uma novela mexicana do que uma comédia romântica de fato. 

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A história gira em torno da personagem vivida pela protagonista Fulu Mugovhani, uma mulher que sempre espera o máximo de um relacionamento, mas é eventualmente dispensada em situações constrangedoras, como em uma live. Por outro lado, a melhor amiga interpretada por Tumi Morake foge de casos duradouros, no entanto, conta com uma gama de homens aos seus pés, diferente da parceira.

Acredito que você já viu essa história milhares de vezes, não é? Embora o tema seja repetitivo, o problema de ‘Solteiramente’ não está apenas no roteiro, mas na fusão de histerias. As personagens são chatas, completamente infantiloides, isso que estamos tratando de mulheres bem-sucedidas acima dos 30 anos de idade. Infelizmente, a história entra em um looping enfadonho quando as personagens insistem em mostrar sinais de maturidade com seus problemas emocionais, mas só conseguem fazer caras e bocas após as frustrações. 

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Embora a fotografia do filme seja exuberante, e os atores simpáticos e bonitos (me incomoda a maquiagem nos atores negros que leva a uma espécie de “branqueamento”, mas isso fica para outro momento), tudo gira em torno do fracasso. Para variar, o desfecho da história é bobo, como os créditos finais à la novela Chiquititas. Uma pena conhecermos atores de uma outra nacionalidade em uma fusão de exageros sem nexo.

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