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‘O Poço’ é aquele filme para não assistir antes e depois das refeições

Se você é aquele espectador que preza por uma boa refeição, o convido para assistir filmes de comédia romântica ou até dramas, mas não ‘O Poço’. A nova atração da Netflix é gore do início ao fim, e, consequentemente, extremamente nojento.

Essas características não diminuem a reflexiva produção espanhola, pelo contrário, o diretor Galder Gaztelu-Urrutia usou elementos grotescos, como misturar alimentos com pessoas sujas, entre uma e outra cena de canibalismo. Por fim, o propósito foi conquistado: desde sua estreia, em 20 de março, ‘O Poço’ é um dos filmes mais assistidos e comentados pela plataforma de streaming. 

Para quem não conhece a trama, o longa gira em torno da história de Goreng, um homem preso em um sistema vertical onde o único alimento diário, um grande banquete, é defasado a cada andar. Se em um momento o personagem pode escolher o que comer e um rico cardápio, em outro as sobras apetecem o jejum obrigatório. 

Cheia de metáforas, a produção é a síntese da sociedade moderna (explicamos melhor na nossa crítica, leia no link) com seus altos e baixos e com seus sabores e dissabores. Convido você a entender esse banquete. 

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