Planeta Atlântida 2020: o maior evento do sul do país agita novamente

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Quem mora no Rio Grande do Sul, sabe bem o que significa Planeta Atlântida. O evento é um dos maiores marcos do sul do país desde 1995, quando surgiu sua primeira edição. De lá para cá, muita coisa mudou, e hoje pode se dizer que o Planeta é figurinha certa do verão gaúcho.

Entre os dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro, a sede da Saba, na praia de Atlântida, levou milhares de pessoas para curtir mais de 50 atrações. Com três palcos diferentes: O Planeta (o maior), o Atlântida e o Beat, o festival conseguiu destrinchar diferentes públicos em suas categorias musicais. ]

Se no Palco Planeta os principais nomes como Anitta, Alok, Iza e Dennis Dj regiam os teenagers, o Atlântida aquecia os mais viventes com Raimundos, Di Ferrero, Vitão e Fresno, já o Beat consagrava os nomes do rap nacional.

Na teoria, há essa diluição, mas na prática as faixas etárias se misturavam sem criar um estereótipo definido. Vale lembrar que, além das experiências musicais, o público teve a possibilidade de curtir uma roda-gigante, um escorregador de gelo, pista de dança de funk, entre outras atrações feitas por ativações de grandes marcas.

Vitor Kley (foto): Diego Vara/ Agência Preview

Minha visão do Planeta Atlântida

Defino como enriquecedor o meu olhar de quem curtiu o Planeta em anos tão longínquos. Eu, Rafael Munhos, editor do Opinião Cult, participei pela última vez em 2004 – quando não existia Anitta, Alok, Vitão (incluindo 2001 e 2003), e retorno em 2020. O que muda? Naquela época, com 20 anos, a sensação era dimensional diante da idade. Hoje, o sentimento permaneceu fervoroso, embora a experiência de vida me deixe mais cauteloso para lidar com o tumulto e a  explosão da juventude alheia.

No cenário técnico, o Planeta Atlântida aparenta melhor organização e conforto do que no início do século. As pulseiras cashless, aquelas com sistema que permite a realização de transações por via de carregamento eletrônico, facilitou a compra nos postos de alimentação, mesmo método utilizado em 2019 e como ocorre em festivais de grande porte pelo país. O sistema de sons e imagens impactam junto aos fogos de artifícios, fumaças, confetes e por aí vai.

Certamente, o Planeta se destaca a cada ano como forte nome no cenário de produção musical do país. O tal chamado Rock in Rio gaúcho, nomeado pelos próprios sulistas, cresce a cada edição.

Alok  (foto: Diego Vara/ Agência Preview)

Vídeos do Planeta Atlântida estão no nosso Instagram.

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