Crítica: ‘O Limite da Traição’ é clichê, mas vale cada segundo da sua atenção

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Quem assistiu ao trailer de ‘O Limite da Traição’, novo filme da Netflix, provavelmente imaginou que se trata de mais um longa sobre traição e violência. Pode até se dizer que o trabalho de Tyler Perry (diretor, produtor e roteirista do filme) é cheio de clichês, mas ele consegue prender o público por cerca de duas horas.

A história gira em torno de Jasmine (Bresha Webb), uma advogada recém-formada que tem dúvidas sobre sua escolha profissional, mas possui a chance de crescer na carreira ao defender Grace (Crystal R. Fox), uma senhora que está sendo acusada de assassinar o marido. Embora todas as evidências levem a possível conclusão, Jasmine acredita na inocência da mulher, mesmo contrariando o próprio chefe que a provoca com uma possível demissão se ela perder o caso. 

O drama de ‘O Limite da Traição’ conta com um elenco majoritariamente negro, que, por sua vez, interpreta, em grande parte, personagens com ótimas condições de vida. Essa característica enriquece a produção e contraria o estereótipo do branco rico e do negro pobre. 

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Se por um lado consideramos esse aspecto positivo, o filme peca na edição. Os cortes bruscos, principalmente no julgamento de Grace, esfriam a emoção da  personagem. O elenco também faz um bom trabalho, embora as atuações puxem em vários momentos para o melodrama rasgado. 

Agora, esperar até o final do filme não é nenhum sufoco. O desfecho é altamente surpreendente, fazendo com que valha a pena acompanhar o ápice da história. Fica a nossa dica!

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