Nanda Costa, de Amor de Mãe, fala sobre personagem: “Ela vai ser um sol na vida de Raul”

Veja o que a atriz fala sobre a personagem.

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Após viver a policial Maura em Segundo Sol, Nanda Costa está de volta às novelas. A atriz, que também está no ar na série Segunda Chamada, nas noites de terça da Rede Globo, integra o elenco de Amor de Mãe.

Na nova trama das nove, escrita por Manuela Dias, Nanda é Érica, uma mulher autêntica e cheia de autoestima. Maquiadora e cabeleireira, a filha de Lurdes (Regina Casé) é decidida, e com princípios muito bem definidos, deixou claro ao empresário Raul (Murilo Benício) que não se relaciona com homens casados. Sobre esse relacionamento, a atriz esclarece:

— Ela não ficaria com um homem casado. Não faria com as pessoas o que não gostaria que fizessem com ela. E ela não fica com ele enquanto está casado. Mas a paixão pode acontecer por qualquer pessoa. Então, na verdade, ela não faz nada de errado.

Comprometida com a nova personagem, a atriz revela o motivo pelo qual acredita que Raul se encanta por Érica:

— Eu acho que a Érica é diferente de todas as mulheres que o Raul já se relacionou. Ela é solar, autêntica. Ela é muito diferente: vai ser um sol nesse momento da vida dele.

Maquiadora na história, Nanda conta como vem se preparando para dar veracidade à função:

— A Gilvete (Santos), que é a nossa caracterizadora, me colocou para estudar e fazer aulas. Tive algumas modelos para maquiar que são as meninas que trabalham com a gente, que estão na equipe de caracterização. Eu estou gostando cada vez mais. Provavelmente vocês vão me ver mais maquiada a partir de agora. Eu gosto de brincar bastante, mas não faço isso sempre. Faço quando é uma coisa especial, que pode ser só ficar sentada no sofá assistindo um filme com vontade de passar um batom vermelho. Eu já fiz isso: quis ver um filme de batom vermelho e vi.

E por falar em visual, a atriz, agora com cabelos longos, parece não ter qualquer pudor em mudar a cada personagem:

— Acho que eu me adapto muito fácil: eu amo mudar. Eu estava loira para a Sandra Helena, com cabelo longo; cortei para a Maura. Depois eu fiz um filme lá fora, com a Milla Jovovich — o Monster Hunter, que vai estrear em breve—, e cortei ainda mais o cabelo. No final do ano eu estava com a máquina quatro. Fiz a série Segunda chamada com o cabelo descolorido e curtinho. E para esse trabalho eu achei que a Érica precisava de um cabelão. Quando eu coloquei passei a entender mais ela. Isso me ajuda a contar a história.

Parte de um núcleo familiar intenso e unido na trama, Nanda Costa fala da relação com seus parceiros de cena:

— O Thiago Martins é meu irmão da vida. É uma alegria saber que tem ele. A gente se adora muito. A Jéssica Ellen é de uma potência: uma atriz com tanta verdade, é tão lindo vê-la trabalhando; tão lindo contracenar com ela. A Regina é essa… Regênia, né! É uma gênia! Uma atriz esplêndida. O Cazarré eu já tinha trabalhado em Febre do Rato. Eu acho que eu estou muito bem amparada. E tem o Murilo Benício, que é um parceiro que eu só tenho a agradecer, um ator super experiente. Ele joga junto, é muito legal contracenar. Tudo fica mais fácil quando a gente está cercada de pessoas que admira.

Com uma família desse tamanho, Nanda revela que não é incomum pensar nos laços familiares reais enquanto está gravando:

— Eu sempre busco voltar às minhas raízes. É muito bom lembrar de onde a gente veio e isso é uma coisa que eu prezo muito. Eu amo muito a minha família. Sempre que posso vou a Paraty. É muito bom ter um colo, ter para onde ir, ser abraçado, amparado. Então, sem dúvidas, quando a gente está gravando e a mãe dá um abraço com aquela força, com aquela potência, com aquele aconchego, me leva sempre para esse lugar: eu volto para casa nesse colo.

Nanda Costa (foto: Antônio Pinheiro)
Nanda Costa (foto: Antônio Pinheiro)

Antes de encerrar, a atriz aproveitou para enaltecer o trabalho e a alegria de ser conduzida pela direção da novela:

— O Zé (José Luiz Villamarim) com essa direção dele… Nunca tinha trabalhado com ele, mas sempre foi um desejo porque eu o acho maravilhoso no que faz: foge do óbvio, é sensível. Com o Waltinho Carvalho eu já fiz dois longas. Estou reencontrando depois de tanto tempo. E foi uma das pessoas que eu mais aprendi na vida, porque ele tem esse olhar de fotógrafo. Geralmente não está escutando o que está acontecendo, mas está vendo. Tem uma precisão nos detalhes, na leitura labial, no enquadramento. Ele me ensinou muito.

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