A contribuição de Caio Junqueira para a dramaturgia brasileira

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Caio Junqueira não aparentava, mas já tinha 42 anos de idade e uma boa bagagem na TV e no cinema, respectivamente, 30 e 12 trabalhos. Grande parte do público o conheceu como o policial militar Neto Gouveia do filme Tropa de Elite, um jovem impaciente na busca para entrar no Bope.

No entanto, sua carreira começou lá atrás, aos nove anos de idade, no humorístico Tamanho Família ao lado de Diogo Vilela. De lá para cá, Caio não parou mais, emendando um trabalho atrás do outro. Na Rede Globo esteve ao lado do meio-irmão Jonas Torres na série Armação Ilimitada. Ainda na emissora carioca fez Desejo, Barriga de Aluguel, A Viagem, Engraçadinha… Seus Amores e Seus Pecados, Malhação, Hilda Furacão, Chiquinha Gonzaga, Aquarela do Brasil, Um Anjo Caiu do Céu, O Quinto dos Infernos, O Clone e Um Só Coração.

Caio Junqueira no filme Tropa de Elite

Em 2009, estreou na Record, na série A Lei e o Crime. No canal, atuou ainda em produções como Ribeirão do Tempo, em 2010, em que viveu seu primeiro protagonista. Em 2016, participou da série 1 Contra Todos, da Fox, e em 2018, fez Ricky na polêmica série O Mecanismo, de José Padilha, disponível na Netflix.

Caio era um ator comedido, de poucas palavras, porém de grandes atitudes. Mesmo veterano, parecia um menino começando como muitos em Malhação, sempre em busca de contribuir para a arte com interpretações diferenciadas. Caio colocava em seus personagens, quase sempre pueris, a representação de uma juventude em crescimento. A dramaturgia perde um ator inteligente, discreto em sua vida pessoal, e que sabia o que responder na hora certa.

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