Moana: A nova geração de princesas da Disney

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Prepare-se para se surpreender com uma boa história de aventura no mar, onde temos uma heroína forte sem a necessidade de um par romântico. Esse é o ponto alto, um bom diferencial se comparado a muitos outros clássicos também produzidos pela Disney.

Dirigido por John Musker e Ron Clements (responsáveis pela ‘Pequena Sereia’, ‘Aladdin’ e ‘A Princesa e o Sapo’), o filme conta a história de Moana Waialiki, a primeira princesa polinésia. Moana é sucessora direta do chefe de uma tribo na Oceania, uma princesa escolhida pelo mar para uma missão grandiosa: devolver o coração da deusa Te Fiti, que mil anos antes foi roubado pelo lendário e egocêntrico semideus Maui. Esse roubo causou danos irreparáveis em várias ilhas, despertando um mal que avança aos poucos e segue destruindo o equilíbrio natural.

O desenvolvimento da personagem principal é muito influenciado pela sua avó Tala, que a ajuda a esclarecer suas dúvidas sobre os antepassados de sua tribo e do seu próprio destino como princesa. Moana é uma jovem forte e determinada, que se sente muito atraída pelo mar, em oposição ao seu pai que sempre fala para nunca ultrapassarem dos recifes e consequentemente evitar os perigos. Astuta, a jovem não se desencorajava com a falta de apoio do pai.

Seguindo os conselhos de sua avó, ela se arrisca numa jornada pelo mar aberto junto com um inesperado tripulante, o engraçado galo HeiHei, causador de boas risadas com seu jeito desastrado. Atrás do desconhecido e com o objetivo de salvar sua ilha e honrar sua linhagem de navegadores, Moana não desiste e consegue encontrar o semideus Maui. Juntos eles atravessam mundos submersos e enfrentam criaturas marinhas, sempre recebendo a ajuda do mar, que torna os obstáculos mais fáceis.

‘Moana’ é um dos meus filmes preferidos. A história é cativante, divertido e agradará a todas as idades. Não saia correndo da sala de cinema para não perder a cena hilária pós-créditos. Sem contar que a trilha sonora é tão absurdamente boa, que mesmo se não tivesse uma cena depois, eu ficaria até o final apenas para ouvir a música dos créditos. O compositor Mark Mancini (responsável pela trilha sonora de ‘O Rei Leão’ e ‘Tarzan’) fez um trabalho impecável, as músicas são muito contagiantes e ficaram ótimas, tanto em inglês quanto em português.

A animação inicial foi sensacional. Já faz a gente começar o filme com um sorriso no rosto, e nos prepara para os momentos em que, para os mais sensíveis, algumas lágrimas irão escapar. O curta Trabalho Interno é dirigido pelo brasileiro Leo Matsuda, mostrando a relação tênue que existe entre razão e emoção.

Se refletirmos a respeito, a animação está diretamente ligada com a história do filme. Quantas vezes deixamos de lado o que nos é imposto para seguir o que realmente queremos? Correndo o risco de ser clichê: quantas vezes seguimos nossos corações e vamos atrás dos nossos sonhos, contrariando todos que tentavam, de certa forma, ajudar mantendo nossos pés no chão? Me deixe voar! E nunca desencoraje uma criança, mesmo que suas asas ainda sejam curtas. Existe um mar de possibilidades a serem alcançadas. Um mar de aventuras.

Amigos, fiquem ligados, a estreia é dia 5 de janeiro.

 

**Texto da leitora Célia Barbosa de Lima

 

Veja o trailer:

 

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